Liverpool transforma em triunfo desastre iminente em Paris | Futebol internacional
Um milagre, dirão os crentes depois de Elliott, um minuto depois de render Salah e três antes dos 90, ter transformado em triunfo um desastre iminente na viagem a Paris.
O PSG, com 28 remates contra dois dos ingleses, poderia, com base nas oportunidades desperdiçadas apenas na primeira parte, cilindrado os “reds” e encaminhado o apuramento para os quartos-de-final da Liga dos Campeões.
Mas o impensável sucedeu mesmo ao cair do pano, com os parisienses a capitularem na noite de gala de Alisson Becker, herói dos líderes irreconhecíveis da fase de Liga. Os ingleses, donos de seis troféus nas dez finais disputadas (segundo melhor registo dos clubes em competição, a par de Bayern Munique) surgiram com Diogo Jota em campo, contra a armada lusa do PSG: Nuno Mendes, Vitinha e João Neves.
Se forem ver as estatísticas de jogo, não vão acreditar ?? Elliot
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Mas a figura do jogo seria o brasileiro. A exibição do ex-Internacional de Porto Alegre e Roma manteve a equipa de Diogo Jota (titular, ao lado de Salah e Luis Díaz) viva até à reposição a que Darwin Nuñez deu sequência para Elliott marcar e gelar o Parque dos Príncipes.
Harry Kane não perdoa
No segundo duelo entre equipas do mesmo país, depois do clássico de Madrid, o Bayern Munique teve de suportar a entrada dos campeões alemães, com o Bayer Leverkusen a surgir mais atrevido na Allianz Arena, a pegar na bola e a obrigar os bávaros a recorrerem aos serviços do inglês Harry Kane (9’) para inverterem rapidamente a situação.
Como um relâmpago, o avançado do Bayern correspondeu de cabeça a um cruzamento de Michael Olise para assinar o oitavo golo em dez partidas da liga milionária.
Os locais poderiam ter ampliado a vantagem por Musiala, mas a barra manteve a equipa de Xabi Alonso a salvo até ao intervalo. Depois, um erro crasso do guarda-redes Matej Kovar e o instinto de Musiala deram o segundo golo aos homens de Vincent Company.
Kovár não dorme hoje ?? Musiala
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A hora era dos donos da baliza, com Manuel Neuer a lesionar-se e a dar lugar ao jovem reforço sub-21 ex-Colónia Jonas Urbig, que se estreou na Liga dos Campeões. Nada que afectasse o Bayern, que beneficiou da expulsão de Mukiele (62′) e de um penálti por “agarrão” grosseiro de Tapsoba a Harry Kane, que se encarregou de estabelecer o 3-0 final e aumentar a conta pessoal para nove golos.
Inter Milão esvazia “banheira”
Depois do descalabro do PSV em Eindhoven, humilhado (1-7) pelo Arsenal, as esperanças neerlandesas concentravam-se na “banheira” de Roterdão e noutro vencedor de uma Taça dos Campeões europeus.
Mas a tarde no De Kuip teve um Inter de Milão — detentor de três “orelhudas” em seis finais e dos mais fortes na fase de Liga (4.º, em igualdade pontual com Barcelona e Arsenal, respectivamente 2.º e 3.º) — a resistir cinicamente ao ímpeto inicial do adversário, para depois se impor sem problemas de maior, estragando a estreia de Robin van Persie (ex-Heerenveen) no comando técnico do Feyenoord em contexto de Champions.
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Um triunfo inequívoco, por 0-2, com golos de Marcus Thuram (38’) e do insuspeito Lautaro Martínez (50’), sem contar com um penálti de Zielinski defendido por Wellenreuther (65’) e que teria ditado praticamente a sentença da eliminatória.
