Corinthians perde do Barcelona-EQU e revê fantasma da pré-Libertadores
- Antes disso, o clube alvinegro ainda terá a disputa da semifinal do Paulistão contra o Santos, também em casa, no próximo domingo.
- O time alvinegro foi eliminado antes da fase de grupos contra Tolima (2011) e Guaraní (2020).
- O primeiro tempo do Corinthians foi sofrível, com quase nenhum poder ofensivo e muitos erros no meio de campo.
Antes disso, o clube alvinegro ainda terá a disputa da semifinal do Paulistão contra o Santos, também em casa, no próximo domingo. A bola vai rolar a partir das 18h30 (de Brasília), com transmissão do UOL Play.
O Corinthians revê o fantasma da pré-Libertadores. O time alvinegro foi eliminado antes da fase de grupos contra Tolima (2011) e Guaraní (2020).
Como foi o jogo
O primeiro tempo do Corinthians foi sofrível, com quase nenhum poder ofensivo e muitos erros no meio de campo. Garro não conseguiu imprimir ritmo ao time, pecou nos passes e desperdiçou a melhor chance da primeira etapa, num contra-ataque. Memphis também esteve apagado e praticamente não tocou na bola durante os 45 minutos iniciais da partida. Pela pouca criação, Yuri Alberto ficou rendido. O atacante até recuou em certos momentos para buscar o jogo, mas foi muito marcado. A equipe alvinegra não deu nenhum chute a gol.
Enquanto isso, o Barcelona dominou as ações e o campo de ataque. Os ‘canários’ fizeram ao menos três finalizações perigosas em menos de 30 minutos. Corozo e Oyola rabiscaram muito na área dos adversários e aproveitaram os rebotes da defesa alvinegra para assustar Hugo Souza. O jogo seguiu perigoso até os 43 minutos, quando Carabali sofreu pênalti. Tchoca foi juvenil no momento e não antecipou o lance. Na cobrança, Corozo bateu com tranquilidade, e Hugo nem saiu na foto.
O segundo tempo foi um show de futebol do Barcelona, e o Corinthians assistiu. O time da casa não tomou conhecimento do Timão. O Barcelona triangulou, imprimiu o seu ritmo e não deu espaços para os brasileiros. Nos dois lances de gol, a defesa corintiana vacilou, deixando os atacantes adversários livres para finalizar.
